POR QUE DESEMPENHO NO LPO NÃO É SINÔNIMO DE MÚSCULOS?

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POR QUE DESEMPENHO NO LPO NÃO É SINÔNIMO DE MÚSCULOS?

Por Luis Lopez "Cubano"

Você já se perguntou como que pessoas que visualmente não aparentam serem fortes muitas vezes são campeãs olímpicas e mundiais no Levantamento de Peso? Ou ainda como pessoas que pesam 55kg conseguem levantar 3x o seu peso corporal no arremesso?

Um dos muitos benefícios do treinamento com pesos é que ele consegue estimular um hormônio muito importante, que é a testosterona. Além de promover o desempenho esportivo ela também traz outros benefícios relacionados à saúde e qualidade de vida.

No treinamento esportivo ao falar da palavra testosterona, muitas pessoas se recusam a tocar no assunto apenas devido à associação com substâncias proibidas e ao controle permanente do doping. No entanto, é muito importante saber como determinar e trabalhar o aumento desse hormônio através da aplicação correta. Com cargas.

A testosterona é o principal hormônio androgênico. No homem, 95% da produção total de testosterona ocorre nos testículos, produzindo 5 a 10 mg/dia. O restante da testosterona (5%) é produzido no córtex adrenal e no cérebro. As mulheres produzem 10 a 20% menos testosterona do que os homens, e sua produção é encontrada no córtex adrenal, cérebro e ovários.

Se você treina com cargas altas que não permitem mais de 8 repetições por série, você aumentará a produção de testosterona com os benefícios associados. Por outro lado, se você treina com cargas não tão altas que permitam realizar séries de até 15 repetições, terá um aumento na produção de hormônio do crescimento, garantindo a fabricação de nova massa muscular ao custo de uma boa dieta.

É essencial que os níveis de testosterona permaneçam normais, se a quantidade diminuir abaixo do normal, sintomas como falta de força, fadiga, sono instável, falta de libido, perda de cabelo, entre outros podem aparecer.

Em relação a essas afirmações, vários estudos mundiais concordam que mais de 70% dos homens com altos níveis de testosterona tem menos sensação de cansaço do que os homens com níveis mais baixos. A manutenção de níveis médios desse hormônio também é comprovada para ajudar a controlar a gordura corporal.

Mas isso não quer dizer que uma coisa exclui a outra. Existem muitos fatores, genéticos por exemplo, que influenciam no ganho de massa muscular e no desempenho esportivo, basta entender que diferentes treinamentos buscam diferentes objetivos. É por isso também que os fisiculturistas trabalham com cargas relativamente baixas, pois o objetivo deles é hipertrofia, e não ganho de força ou desempenho esportivo.

Então, quando falamos de treinamento como base para adquirir formas esportivas superiores, você prefere bastante músculo ou testosterona?

 

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