TOP 10 LIÇÕES QUE APRENDI COM A INVICTUS

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TOP 10 LIÇÕES QUE APRENDI COM A INVICTUS

Por Toby B, aluno da Invictus

1. É normal falhar. Dois anos atrás em minha primeira aula em grupo, Michele me ensinou como sair de um back squat, e depois me fez treinar pesado o suficiente para eu praticar isso. Sabendo que eu poderia falhar de maneira segura (e com o apoio das pessoas próximas a mim) fez com que eu tomasse riscos calculados ao invés de ficar em minha zona de conforto, e com que eu aprendesse com as minhas falhas ao invés de ter medo delas.

2. Peito alto para se recuperar. Eu acho que todo coach ou staff já disse isso para mim nos últimos dois anos, porém foi o CJ que realmente explicou para mim: quando eu abaixo para respirar, eu estou tornando mais difícil a expansão dos meus pulmões, estou deixando que meu corpo e foco colapsem, e não tenho a possibilidade de ver os meus colegas treinando bem ou me incentivando. Peito alto + cabeça levantada = melhor respiração + melhor atitude = vencer.

3. Respirando e soltando. Em uma aula de domingo de yoga, eu vi como a academia se parece diferente: sem música ou luzes, sem corridas rápidas, sem barulho de pesos no chão. Apenas respirando e soltando o ar. Porém, logo depois eu pensei que todos os workouts se resumem a essas duas coisas. O peso na barra é o que é; tudo que posso controlar é o que faço em relação a ele. Eu posso tanto entrar em pânico e lutar contra o workout (e contra a difícil posição do yoga), ou eu posso respirar, focar e abraçar o processo.

4. Projete confiança. Todo workout parece intimidador nos primeiros meses, e eu costumava fazer um sorriso forçado e pensar "isso vai me matar!" Agora eu sei que metade do desafio é eliminar essa voz irritante de dúvida. Tirando os ótimos professores, estou convencido de que nada melhorou mais os meus levantamentos do que praticar projetar total confiança quando eu inicio. Se eu tentar meu front squat com ansiedade, projetando uma falha, parece muito mais pesado do que se eu tirar a barra do rack de maneira confiante. Isso também ajudou, e muito, a minha vida fora da academia.

5. Faça o seu próprio workout. Como um dos menores alunos, é muito raro que eu consiga fazer os workouts com os pesos descritos na lousa, e eu costumava ficar frustrado com isso. Então, quando eu fiz um ciclo de performance com o Calvin, nós conversamos sobre calcular os pesos em relação ao meu peso corporal. Isso transformou a minha percepção do meu próprio progresso: eu parei de comparar números com os outros, parei de pensar que tinha algo a provar para alguém, e aprendi a instituir metas para o meu próprio corpo com as minhas próprias forças e limitações.

6. Não arrume as coisas até que todos tenham terminado. Nada é pior do que quando você (e quero dizer eu) está terminando os seus últimos rounds de pull ups de uma em uma e metade de turma já está guardando as coisas para ir embora. Consequentemente, nada é melhor do que quando metade da turma, já tendo terminado o workout, ajudam o solitário aluno para as suas últimas reps. Eu nunca tive mais orgulho em fazer parte da Invictus.

7. Trate o workout como um espelho. Por mais que eu espere o workout durante o dia inteiro, tenho outras 23 horas do meu dia que tornam isso possível. Estou aprendendo a ver o workout não como um evento isolado que começa e acaba quando entro na academia, e sim como um reflexo de várias partes da minha vida, incluindo nutrição, sono, mobilidade, e níveis de stress. Meu trabalho dentro da academia tem se tornado um indicador confiável de quando todas as outras coisas estão correndo bem.

8. Dê tudo no seu limite. Depois de ter sido uma criança que sempre era escolhida por últimos nos esportes, eu passei o meu primeiro ano inteiro na Invictus me recusando a treinar aos sábados, porque normalmente são workouts em times. Eu ainda sofro com esse medo de ser deixado de lado, e deixar os meus parceiros(as) decepcionados comigo. Porém, quando eu parei de evitar os sábados, eu entendi que trabalhar em equipe pode elevar a minha confiança e me ajudar a curar esse meu trauma de infância. De maneira suave, mas sempre chegando próximo ao meu limite na academia, não me tornou mais forte fisicamente, mas também me deu coragem e oportunidade de superar bloqueios mentais e emocionais.

9. Tenha grandes expectativas. Alguns meses atrás, enquanto eu estava sofrendo durante o meu último round de handstand push ups, Nuno sugeriu que eu fizesse no kipping.
Eu: Eu não consigo fazer kip.
Nuno: *olhar julgador e demorado*
Me: Um…quero dizer…ainda estou aprendendo.
Eu ter trocado a frase "não consigo" foi significativo, e não porque eu acalmei o Nuno. É a diferença entre entender que é um trabalho que está em progresso. Talvez eu "ainda estarei aprendendo" a fazer muscle ups daqui dois anos, porém nunca mais vou pensar que é impossível. Eu me surpreendi de novo e de novo conseguindo fazer coisas que uma vez achei que estavam longe do meu alcance. Existe algo mágico sobre abrir-se para novas possibilidades, por mais distantes que elas pareçam.

10. Aproxime as coisas com high-fives. Um tempo atrás alguém me contou que o seu coach aproximava os workouts com raiva. Eu pensei por um minuto sobre o típico workout com Nichole e respondi, "o meu coach aproxima as coisas com high-fives". Coisas diferentes funcionam para pessoas diferentes, porém o high-five se tornou a minha lembrança de uma boa atitude, de conectar com as pessoas ao redor, e abertamente celebrar os seus esforços. O high-five é como uma criptonita para a frustração e ansiedade. O high-five é sobre se divertir, atingir metas, e voltar no dia seguinte.


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